<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-396577444407089316</id><updated>2011-04-21T22:45:42.960-03:00</updated><title type='text'>César Vidor - Advogado</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://cesarvidor.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/396577444407089316/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cesarvidor.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>César Vidor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11104335123303183007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>3</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-396577444407089316.post-6096368214296555621</id><published>2008-10-13T09:31:00.003-03:00</published><updated>2008-10-13T10:18:35.942-03:00</updated><title type='text'>Flexibilizar?</title><content type='html'>Primeiro, devo agradecer o Dr. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Alessandro&lt;/span&gt; pelos comentários traçados nesta página. Bom saber que uma pessoa culta como ele, com quem tive a oportunidade de compartilhar uma sala de aula e por quem tenho nutro uma grande amizade, lê e comenta alguma das &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;idéias&lt;/span&gt; postadas aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peço desculpas a algum leitor desavisado, mas vou fugir um pouco do tema deste blog e expor algumas &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;idéias&lt;/span&gt; sobre a propalada 'flexibilização' da legislação trabalhista, até como forma de responder ao meu amigo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;Alessandro&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diariamente ouvimos e lemos sobre &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;a &lt;/span&gt;"flexibilização" da legislação trabalhista, como uma saída para desafogar o empresário e, por conseguinte, gerar empregos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, trata-se de um mero paliativo, que não atinge o âmago do problema enfrentado pelos empresários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande devoradora de empregos, que empurra à informalidade, é a carga tributária "obscena" que pesa sobre as empresas. E pior, a despeito dessa tributação colossal, o serviço público prestado em contrapartida é pífio, ridículo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo chega ao ponto de deturpar a função, tão nobre, do Ministério Público Federal, transformando-o em órgão arrecadador de tributos. É o caso da criminalização do não recolhimento de tributos. Nas fortes tintas de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;Antonilisei&lt;/span&gt;, “&lt;em&gt;la &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;responsabilidad&lt;/span&gt; penal colectiva, (...) más que una &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;herejia&lt;/span&gt;, una &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;blasfemia&lt;/span&gt; jurídica.&lt;/em&gt;”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse aspecto, o serviço público é invejável. Deixe de recolher dois meses das contribuições sociais devidas ao governo e aguarde. O Ilustres Caudilhos do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;MPF&lt;/span&gt;, juntamente com todo o aparato da Polícia Federal certamente visitarão sua empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, Sr. Empresário, solicite asfalto para a Rua de sua empresa ou leve seu filho a estudar em uma escola pública e veja o resultado você mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato é que o governo fica com mais de 50% (cinquenta por cento) de todo o PIB brasileiro. A carga tributária divulgada como "&lt;em&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;módicos&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;" 47% (quarenta e sete por cento) é um embuste, uma falácia. Tributos somam-se em cascata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desagradável admitir, mas a única forma de sobrevivência que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;atualmente&lt;/span&gt; resta ao empresariado é a sonegação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E todos se beneficiam dessa sonegação, mesmo as empresas ditas exemplares, que em diversos momentos inserem-se nessa cadeia, comprando de outras empresas que sonegam. E mesmo os &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;Srs&lt;/span&gt;. Políticos, vez que a sonegação praticada pelos empresários serve de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;maquiagem&lt;/span&gt; à verdadeira situação do empresariado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual o resultado? Informalidade, desemprego, baixo crescimento, entre outros "benefícios" que o governo tão generosamente nos dá diariamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, antes de modificar a legislação trabalhista, há que se reduzir a carga tributária, o que somente será possível com a redução dos gastos públicos, com a profissionalização do funcionalismo e fim de algumas regalias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis uma dúvida: como admitir que haja essa profissionalização se o funcionário público goza de estabilidade? Como exigir de um funcionário que, virtualmente, não pode ser demitido?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas modificações são urgentes, são necessárias e atrasam, de fato, o desenvolvimento do país.&lt;br /&gt;Implementar mudanças na &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;CLT&lt;/span&gt; também é necessário. Algumas normas são realmente "&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;jurássicas&lt;/span&gt;" e não mais se coadunam com a economia de mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, é uma medida secundária - se tanto - que somente surtirá efeitos se aliviarmos o peso dos tributos sobre o empresariado. Caso adote-se o caminho inverso, certamente teremos maiores efeitos perniciosos para as empresas e para os empregados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se está tentando fazer "futurologia", mas, sim, expor uma constatação lógica. O que induz à  informalidade não é a concessão de férias uma vez ao ano ou o pagamento de 8% a título de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;FGTS&lt;/span&gt;, mas sim a "garfada" governamental, que multiplica esses custos ao empresário. Esse também o maior eliminador de empregos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, a minha conclusão é que a flexibilização de normas trabalhistas, ao passo que representará um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;ônus&lt;/span&gt; desnecessário aos trabalhadores, não trará benefícios reais, a longo prazo, aos empregadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao debate, colegas!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/396577444407089316-6096368214296555621?l=cesarvidor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cesarvidor.blogspot.com/feeds/6096368214296555621/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=396577444407089316&amp;postID=6096368214296555621' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/396577444407089316/posts/default/6096368214296555621'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/396577444407089316/posts/default/6096368214296555621'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cesarvidor.blogspot.com/2008/10/flexibilizar.html' title='Flexibilizar?'/><author><name>César Vidor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11104335123303183007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-396577444407089316.post-5121883705227478565</id><published>2008-05-20T11:25:00.000-03:00</published><updated>2008-05-20T11:25:23.036-03:00</updated><title type='text'>Registo em Carteira? Sim ou Não?</title><content type='html'>&lt;p&gt;Primeiro, necessário deixar uma questão bem clara. A obrigação de registrar o contrato de trabalho em carteira é única e exclusiva do Empregador. Não há qualquer justificativa. Se a relação é um vínculo de emprego, deve ser registrada em carteira.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Frisando. Não adianta dizer que combinou com o empregado de não fazer o registro, muito menos que o Empregado não apresentou a Carteira. Para a lei, a obrigação compete ao patrão, sem qualquer espaço para contestações. Não existe argumento eficaz conta essa obrigação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Contudo, não são poucos os empresários que, tentados pelo aparente custo mais baixo do contrato dessa forma, acabam por admitir entre seus empregados, pessoas sem registro em Carteira.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pois bem. O registro em carteira representa, obviamente, um custo para a empresa. Sobre o salário do funcionário deve incidir o INSS. Paga-se, ainda, o FGTS, Férias, Décimo Terceiro, entre outros.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Colocando em números, a grosso modo, em um exemplo hipotético, assim temos as verbas devidas para um empregado que ganha R$ 500,00 mensais:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Salário: R$ 500,00&lt;/li&gt;&lt;li&gt;INSS: R$ 55,00&lt;/li&gt;&lt;li&gt;FGTS: R$ 40,00&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Décimo Terceiro (1/12): R$ 41,67&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Férias (1/12): R$ 55,56&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Total: R$ 692,22&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Logo, temos um total (mínimo) de encargos e benefícios ao funcionário de R$ 192,22. E não é só. O Funcionário gera outros encargos (PIS, COFINS, Multa em caso de Rescisão, entre outros). Estimativas indicam que o montante pago a título de salário pode até dobrar, dependendo do regime de tributação da empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o fato é que a lei impõe como obrigação ao empregador a realização desse registro. E a falta desse registro pode aumentar indefinidamente esses custos antes mencionados. Vejamos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ausência de registro do contrato acaba redundando, na maioria dos casos, em uma ação trabalhista altamente custosa ao empresário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a falta do registro, certamente haverá falta de documentos essenciais à defesa do empregador em juízo. Certamente, o Empregador não manterá cartões-ponto, recibos de pagamento, termo de rescisão do contrato, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E mesmo que mantiver. A utilização de tais documentos em juízo indica a existência de um “caixa-dois” na empresa, o que leva muitos juízes do trabalho a oficiar ao Ministério Público para que instaure uma investigação. Ou seja, mais custo, sem contar a hipótese de enfrentamento de processo criminal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E mais. O litígio certamente redundará em condenação a registrar o contrato e pagar todas as verbas que foram “economizadas” anteriormente. A legislação prevê, ainda, pesadíssimas multas para esses casos, sem contar em fiscalizações do Ministério do Trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se não bastasse, o Empregador pode ser obrigado, dependendo da circunstância, a indenizar ao funcionário o Seguro Desemprego que receberia se estivesse registrado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Some-se, ainda, o risco de atuação fiscal do Ministério do Trabalho, que pode levar a multas pesadíssimas e redundar – também – em ações criminais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, a conclusão inevitável é que o Registro em CTPS, inequivocamente, representa única forma de defesa do Empregador em Juízo. A efetiva documentação de todas as ocorrências da vida empresarial, contanto possa parecer custosa e difícil, certamente levará a uma grande economia em caso de enfrentamento de ações trabalhistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Note-se que o registro em CTPS pode ser visto, também, como uma “vacina” que previne substancialmente a ocorrência de demandas judiciais, que – muitas vezes – desestabilizam irremediavelmente as finanças de uma empresa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Portanto - sem a menor sombra de dúvida - a omissão da empresa em registrar seu funcionário é um "barato que sai caro", que pode representar uma verdadeira "catástrofe" em caso de demanda na Justiça do Trabalho.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/396577444407089316-5121883705227478565?l=cesarvidor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cesarvidor.blogspot.com/feeds/5121883705227478565/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=396577444407089316&amp;postID=5121883705227478565' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/396577444407089316/posts/default/5121883705227478565'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/396577444407089316/posts/default/5121883705227478565'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cesarvidor.blogspot.com/2008/05/registo-em-carteira-sim-ou-no.html' title='Registo em Carteira? Sim ou Não?'/><author><name>César Vidor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11104335123303183007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-396577444407089316.post-2126159130492625012</id><published>2008-05-19T09:57:00.000-03:00</published><updated>2008-05-19T10:07:08.352-03:00</updated><title type='text'>O objetivo desta página</title><content type='html'>Esta página tem um objetivo modesto.&lt;br /&gt;A advocacia nos leva, freqüentemente, ao contato com conflitos trabalhistas. E muitas vezes somos questionados por pessoas que dificilmente conseguem entender mesmo o porquê de tais conflitos.&lt;br /&gt;E, na maioria dos casos, embora seja difícil admitir, o erro é do empresário que não toma certos cuidados para gerenciar seus empregados.&lt;br /&gt;Daí o surgimento desta página. A idéia, como dito, simples e modesta é fornecer aos empresários algumas orientações simples, visando a redução de custos e a prevenção de ações judiciais.&lt;br /&gt;Obviamente, não se pretende esgotar qualquer assunto, mas tão somente apresentar algumas idéias cruciais para o desenvolvimento da atividade empresarial.&lt;br /&gt;Com o tempo, pretendemos reunir um acervo de intesse aos empresários em geral, com o compartilhamento de experiências, colaborações de colegas e respostas a questionamentos,&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/396577444407089316-2126159130492625012?l=cesarvidor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cesarvidor.blogspot.com/feeds/2126159130492625012/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=396577444407089316&amp;postID=2126159130492625012' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/396577444407089316/posts/default/2126159130492625012'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/396577444407089316/posts/default/2126159130492625012'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cesarvidor.blogspot.com/2008/05/o-objetivo-desta-pgina.html' title='O objetivo desta página'/><author><name>César Vidor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11104335123303183007</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry></feed>
